quinta-feira, 1 de julho de 2010

Tempos de bonança (e egocentrismo)


Acho que finalmente depois de tanto tempo, sou auto-suficiente em felicidade. Vi a mulher que eu posso ser. Nunca me senti tão bonita e não só por um rosto bonito, chegou a hora de amar meu corpo também, me amo por completo. Gosto de me olhar no espelho, gosto de ver que eu estou bonita e bem, gosto de arrancar os fiu-fiu's na rua ou então aquele "O quê que é isso? Que loirão!", gosto do que estou me tornando e do que estou causando nas pessoas. Minha felicidade, exalada pela minha pele, fica por onde eu passo, como cheiro. Isso é tão transparente que quando chego a algum lugar, chamo a atenção não só de homens, mas mulheres, crianças e todo o resto. Estou aprendendo a ser uma pessoa diferente, não mais aquela bobona, nem aquele bebê, mas uma mulher que continua sensível como qualquer outra, mais reservada, mais centrada e mais realista. Estou com a cabeça reta forma que eu olhe pro chão por onde passo e olhe também para as estrelas. Descobri que não preciso de ninguém pra ser feliz. Pessoas até surgem pra somar e nos ajudar a criar mais momentos felizes, mas na verdade, estamos sempre sozinhos. Somos só nós quando olhamos no espelho. Essa felicidade enorme é só porque eu não preciso de nada, só de mim e eu me tenho todos os dias. "Ame a si mesmo antes de amar o outro", agradeço a Deus por descobrir isso e acho que tudo que acontece em nossa vida é pra que possamos aprender mais sobre ela. Adorei minha lição, pois encontrei meu grande amor: EU!

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